
Vive em mim o Outono
de folhas caídas no chão
tornndo-se cruel dono
do meu abandonado coração
Caem como pingos de chuva fria
as saudades de me ter firme e segura
e da vida sentir a alegria
e não o sabor da amargura
As árvores agora despidas
parecem-me agora as feridas
que rasgaste como um desbotado papel
Espero ainda do vento
ouvir poemas e trovas
que te tragam como meu alento







